Milhares de tons de cinza

Você já ouviu falar em Tillett Wright? Essa artista multi facetada novaiorquina apresentou em 2012 um dos projetos mais lindos da história, defendendo todas as facetas da identidade sexual de cada pessoa. Sua história é emocionante: na infância, Tillet decidiu que queria ser um menino e foi o que fez: Desde raspar o cabelo atá virar os tênis ao contrário na cabine do banheiro para pensarem que estava em pé. Durante anos, nenhuma das pessoas ao seu redor sabia que era uma menina até que, na adolescência, ao chegar à puberdade, Tillet decidiu que queria ser menina de novo. Sua vida amorosa se mostra ter sido igualmente metamórfica: Tillet se apaixonou por pessoas e não por seus gêneros. Para ela, a sexualidade livre era comum à todos.

Quando as grandes disputas midiáticas referentes aos direitos homossexuais explodiram na televisão, ela não compreendeu qual era o problema, ou como era possível que os grandes representantes da nação estivessem em programas de televisão comparando a homossexualidade com atos de bestialidade. Com isso, surgiu o projeto fotográfico “Self Evident Truths“. Nele, Tillett fotografou 2.000 pessoas cuja sexualidade não fosse 100% heterossexual, sem truques de iluminação ou manipulação de imagem: O projeto é um retrato de uma geração que não se define por uma única característica de sua personalidade.

Mas a história é muito mais bacana quando contada pela própria Tillett! Confiram aqui:

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